O Procon do Ministério Público do Piauí abriu um processo administrativo para apurar reclamações sobre a assistência pediátrica da Hapvida no estado, sobretudo em Teresina. Segundo o GP1, a portaria consta no diário eletrônico do órgão disponibilizado nesta quinta-feira (22).
A reportagem informa que seis famílias, responsáveis por 12 crianças e adolescentes, relataram obstáculos para obter atendimento. As queixas incluem consultas desmarcadas, dificuldade de acesso a especialistas, demora para autorizar terapias e recusa de exames.
A apuração busca verificar se os problemas relatados podem afetar outros usuários da operadora. O prazo para a empresa apresentar defesa será de 15 dias úteis, contados do recebimento da notificação, conforme o portal.
Entre os esclarecimentos pedidos estão a composição da rede credenciada, as razões das restrições e as opções para pacientes quando falta prestador. Também serão analisados os critérios de negativa de procedimentos e as medidas para evitar interrupções dos tratamentos.
As reclamações individuais serão remetidas ao Procon da Assembleia Legislativa, enquanto o órgão do Ministério Público examinará o alcance coletivo das possíveis falhas. O GP1 informou que buscou a Hapvida e não havia recebido manifestação até fechar sua reportagem. Com informações de GP1.
Fontes e contexto
Foto: Jacek Halicki / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Veja também os créditos das fotos.
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